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É incontestável que o controle
de acesso é uma das mais importantes
ferramentas de apoio à segurança
de instalações e patrimônio
e pode ser obtido através do design
do ambiente, de barreiras de canalização
do fluxo para pontos controlados, de sinalização
ou de identificação, de equipamentos
de ação mecânica, de dispositivos
eletrônicos ou simplesmente através
da fiscalização humana, que
também precisa estar combinada com
todas as outras opções. |
Na maioria dos casos em que as instalações
requerem um nível elevado de segurança,
a solução mais indicada é
a combinação da maioria das
opções citadas, mas neste momento
estaremos focando os aspectos relacionados
ao controle de acesso eletrônico, mais
indicado quando a questão segurança
prevalece sobre as necessidades exclusivas
de controle e existem possibilidades de burla
dos controles convencionais. Os dispositivos
eletrônicos monitoram diferentes tipos
de bloqueio físico (catracas, torniquetes,
portas com fechaduras eletrônicas, cancelas
etc.). Esta necessidade aumenta na mesma proporção
em que é maior o fluxo de pessoas.
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As principais dificuldades na contratação
de uma solução de controle de acesso
eletrônico normalmente são:
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1. |
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Falta
de conhecimento do mercado, dos fornecedores
e dos produtos pelo contratante, uma vez que
os equipamentos têm vida útil relativamente
longa e as aquisições de equipamentos
não acontecem com freqüência;
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2. |
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Grande
número de fornecedores no mercado;
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3. |
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Assistência
técnica local deficiente;
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4. |
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Pouco
compromisso de longo prazo - muitas vezes o
proponente se foca na venda dos equipamentos
e não nas necessidades atuais e futuras
do cliente;
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5. |
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Nem
todos os sistemas oferecem facilidade de integração
com outras aplicações ou cadastro
(gerando algum retrabalho);
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6. |
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Muitas
vezes alguns aspectos relevantes na escolha
da solução são omitidos
pelo proponente;
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7. |
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Os
investimentos e os riscos de insucesso são
relativamente altos. |
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Para minimizar estas dificuldades convém
adotar algumas ações:
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1. |
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Fazer o planejamento interno / contratar um projeto;
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2. |
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Definir
uma equipe interna de projeto e de operação;
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3. |
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Definir
os recursos a serem utilizados;
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4. |
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Avaliar
criteriosamente os fornecedores e clientes já
atendidos por eles;
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5. |
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Definir
e divulgar os procedimentos a serem implementados
junto com o sistema;
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6. |
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Preparar
uma boa infra-estrutura de hardware, software,
comunicação e alimentação
elétrica;
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7. |
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Implementar
o projeto;
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8. |
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Gerenciar
o processo de mudança;
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9. |
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Assegurar
a manutenção da solução.
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Atualmente,
o uso de dispositivos de identificação
biométrica associada a equipamentos de controle
de acesso eletrônico está cada vez mais
freqüente, até em locais onde o seu uso
não é indispensável. O que se
deve considerar na opção pelo uso da
biometria é que ele é um eficiente recurso
de identificação ou validação
de usuários, recomendado para áreas
de acesso restrito onde os requisitos de segurança
são elevados, porém, para evitar transtornos
para a operação, não deve ser
utilizado em catracas de visitantes localizadas em
portarias ou em controladores de cancelas onde o fluxo
de veículos é intenso, pois o processo
de identificação e de cadastro são
mais lentos em função dos requisitos
de segurança exigidos.
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Antonio Esdras de Góes Almeida,
CPP
(Certified Protection Professional) pela ASIS International,
é diretor da Lantech Acesso e Segurança
e possui 15 anos de experiência em consultoria,
projetos e implementação de sistemas
de acesso e segurança eletrônica.
esdras@lantech.com.br
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